Tormentas da vida
I
Um mar revolto
É o meu caminhar.
Será que o meu destino
É naufragar nesse mar?
Minha embarcação
Encontra-se alquebrada,
Alma e coração
Despedaçada!
Meu leme se encontra
Sem rumo, sem direção,
Perdido no oceano da vida,
Tudo a minha volta é em vão!
Esperança de me recuperar?
Esperança de ser feliz?
Conquistar os sonhos
Que eu sempre quis?
O mundo me colocou
Uma onda gigante, colossal!
E agora, esse pesadelo
É real
Preciso encontrar uma forma
De me superar!
Com força, coragem e bravura,
Não posso morrer nesse mar!
II
Um mar revolto
Não pode me fazer impotente,
Se tenho juízo, sensatez,
Se sou lúcido, consciente...
...Serei o mais audacioso
E impiedoso navegador,
Vou até o fim dessa vida
Do jeito que for!
Vencendo barreiras, limites,
Conquistando os meus ideais,
Tornando todos os meus sonhos
Reais!
Se existe uma solução,
Um sonho, uma alternativa,
É claro que a esperança
Está viva!
Navegador do mar da vida,
Minha viagem se inicia,
Em cada verso, inspiração
Tenho uma vida pela frente
E não é tempo de chorar.
De algum modo, de alguma maneira,
Não vou morrer nesse mar!
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